A Organização das Nações Unidas procuram
profissionais que falem português para seu programa de voluntários. A afirmação
foi da assistente de recrutamento internacional da iniciativa, Irina Daudt
Rodrigues. Para se candidatar é preciso falar um dos idiomas de trabalho do
programa: espanhol, francês e inglês. Nos países afetados pela epidemia de
ebola, a ONU possui mais de 200 voluntários servindo. Além disso, várias
Missões de Paz da ONU, contam com o apoio de voluntários e de agências especializadas.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico” de hoje, o entrevistado é o acadêmico do 3° semestre, Victor Brandão. Ele falará sobre o que mais que agrada no curso de Relações Internacionais da Unama.
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é o acadêmico do 3° semestre, Mathaus Campos.
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Globalizando: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
A Organização das
Nações Unidas elaborou objetivos baseados no desenvolvimento sustentável sob os
moldes dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) a serem alcançados
até 2030, cujo principal desafio é incentivar a cooperação internacional e
inspirar a criação de metas de sustentabilidade por parte dos países-membros da
ONU com o intuito de alcançar resultados em nível global. Saiba mais amanhã no
Programa Globalizando às 11h na Rádio UNAMA FM 105.5.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Globalizando: Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
Os eventos
climáticos extremos, o aumento da temperatura e a elevação do nível do mar
afetam com mais força as mulheres, especialmente se vivem em um entorno rural e
são pobres. O principal documento científico sobre as mudanças climáticas,
elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), cita
pesquisas e evidências sobre os danos específicos causados pelo aquecimento da
terra na população feminina.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Atentados Terroristas no mundo: Um olhar mais atento aos Nigerianos
Subina Ramos
Acadêmica do 5º Semestre de
Relações Internacionais da UNAMA
O conceito de terror permeia os ditames da política
dos países desde a era do imperialismo exacerbado, que consagrou o
reconhecimento da subjugação na época, e esteve presente na luta pela
independência dos povos.
Substancialmente, a evolução dos desígnios do limite da
soberania estatal ocorrida após o atentado de 11 de Setembro, é resultante de
um terrorismo que circunda numa manifestação mais ampla, que interfere na
dinâmica do sistema internacional como um todo, e teve a sua agenda voltada
para o combate de uma malevolência sem rosto e sem pátria.
Essa nova conflitualidade foi definida através de um
cenário múltiplo que se constituiu na luta contra o terrorismo. Neste sentido,
estaríamos face a uma ramificação de conflito, de cariz radical e muito mais
ameaçadora, por se formar em rede de atuação, situada como numa criminalidade estruturada,
incluindo grupos armados e organizados em torno de um líder. Capaz de reduzir
todo um aparato de integridade de um Estado e fomentar a vulnerabilidade das
mais distintas sociedades.
Nota-se que não foi declarada uma guerra contra uma
religião. Se condena a insensatez do Estado-nação que pretender punir uma
instituição religiosa, perpassando ao seu simbolismo nas ações.
Como proferido pelo sociólogo Jean Baudrillard, o novo
terrorismo, em seu meio de destruição e dissuasão, remete dúvidas
quanto ao meio que pode ser utilizado para conter seus passos e conquistas. Uma
vez que nada se pode fazer contra um inimigo que utiliza a morte como uma de suas
principais armas. Esta ação (a morte) assume uma característica simbólica,
viável a enfraquecer ou destruir o que os terroristas designam de hegemonia e
causadora de sofrimento.
O islamismo como princípio ideológico, percorre
diversas interpretações quanto à sua representatividade no meio social, que fez
surgir grupos terroristas como Boko - Haram na Nigéria. Os autores da teoria
crítica retratariam esse grupo como uma força que resiste a opressão e luta pela emancipação,
saindo do papel instrumentalizado da força hegemônica na esfera social. Nessa
analogia estaríamos em frente a um sentimento dualista nas ações do citado
grupo terrorista: “O sistema que humilha, tem que ser humilhado”.
O Boko-Haram, que significa “a educação ocidental é um
pecado”, além de condenar a ingerência ocidental no mundo, também tenciona a
criação de um Estado Islâmico. Mais
precisamente nas regiões norte e nordeste da Nigéria, os atos de fuzilamentos e
sequestros realizados por este grupo, vêm se tornando cada vez mais frequentes.
As debilidades estruturais do país, fomentada pela
corrupção doméstica não são os únicos fatores que justificam as consequências
desses massacres. A falta de atenção internacional ao que vem acontecendo
também agrava a situação. Assim, o terror numa das suas vertentes é resultado
da diferença entre classes sociais e mais, é efeito de um composto que alimenta
seus fins.
Certamente que, ao falarmos sobre a encruzilhada que é
o terrorismo internacional, jamais se deve cometer o erro da presunção de que
se trata de um desafio unilateral. Caso aconteça, o desdobramento
estará numa tragédia cujo fim é indefinido, e se alimenta de práticas
inconsistentes, capaz de levar morte a
mais de duas mil pessoas, em um período curto de tempo.
Enquanto isto, o mundo assiste e pede maior
comprometimento da Nigéria. Acredito, que um acontecimento deste gênero deveria
ser considerado crime contra humanidade.
Não se entende como tamanha transgressão e violação de
direitos humanos, não sensibilizou a mídia, os usuários das redes sociais,
muito menos apresentou reflexões a muitos dirigentes africanos, e nem resultou
numa ação efetiva das organizações internacionais, que tem como fundamento a
imposição de paz e segurança global. Ou seria uma segurança “global” restrita?
Nas mesmas circunstâncias, a França vivenciou
atentados, sob a revista “Charlie Hebdo”, ocasionando morte de vários
cartonistas e de outros cidadãos comuns. A base deste ato terrorista, seria uma resposta a
algo outrora retratado na revista, que ofendia os muçulmanos.
Vale ressaltar que não pode existir intolerância e
muito menos desrespeito a uma religião, sendo que estamos falando da essência
cultural de um povo. Porém, nenhum assassinato, tratando-se de um manifesto
condenável.
As repercussões mundiais desses dois eventos foram
dadas de forma paralela. Enquanto a mídia internacional “banalizava” a morte de
milhares de nigerianos, exaltava fortemente expressões do tipo: “Je suis
Charlie”.
As reflexões dos teóricos críticos sobre temas da
moral e do direito nos apresentam alguns pontos que podem ser citados como
potenciais obstáculos existentes no “dever proteger”. Desta forma, a questão de
justiça e bem-estar não pode ser retratada com base em deduções singulares, em
condições de realização isolada, ora sim de maneira universalista.
Com a insegurança da globalização, devemos ter na
pirâmide da fundamentação normativa, de que qualquer insuficiência, seja lá
para onde for, trará várias inconsistências quanto ao direito e a política
internacional.
Muito são aqueles que perdem a esperança num mundo
pouco ou nada igualitário. Principalmente ao ver uma marcha de líderes mundiais
em homenagem a vítimas do atentado na França, enquanto a população nigeriana se
pergunta, porque não são lembrados. Como se aquilo fora suficiente para retratar
a posição que cada ser humano ocupa no mundo.
Em geral, precisamos mostrar sem discriminação o
respeito as pessoas de diferente credo, ouvindo e não insultando. Precisamos
também, refletir a respeito da humanidade que existe em todos nós. Afirmo ser
de tamanha dor ver pessoas sendo mortas pelos fundamentalistas radicais,
todavia é de muita consternação perceber que a nossa mente continua a ser
colonizada pelo princípio de superioridade e inferioridade.
Referências
NOBRE, Marcos.Curso Livre de Teoria
Crítica. Papirus Editora. São Paulo 2ª edição 2009
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre um assunto referente ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é o acadêmico do 6° semestre, Cipriano Leal.
Confira o que ele tem para falar sobre RI!
Globalizando: Programa Mundial de Alimentos
Estimativas do
Programa Mundial de Alimentos indicam que 230 mil pessoas sofrem de insegurança
alimentar em função dos problemas gerados pelo ebola. O fechamento de
fronteiras, as quarentenas, as proibições de caça e outras restrições impõem
sérios obstáculos ao acesso da população aos alimentos, o que coloca em perigo
seus meios de subsistência.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Globalizando: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
O diretor do
Departamento de Políticas de Desenvolvimento do Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (PNUD) defendeu que a agenda de desenvolvimento para depois
de 2015 não pode se resumir ao problema da renda nem tirar as pessoas da
extrema pobreza. É preciso assegurar os desejos das pessoas, dar acesso à
informação, ao conhecimento, à saúde, à segurança, à cultura e à liberdade. O
objetivo do desenvolvimento é garantir que as pessoas tenham uma vida saudável
e inclusiva.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre um assunto referente ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é o acadêmico do 3° semestre, Wagner Breno.
Confira o que ele tem para falar sobre RI!
Globalizando: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
Em relatório, o
Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente declarou que precisamos de mais
150 de dólares bilhões anuais para cobrir o custo da ajuda para lidar com o
aquecimento global nos países em desenvolvimento. No entanto, um fator que não
incentiva os países a doarem é que não está claro se o próximo acordo do clima,
a ser assinado em dezembro de 2015, vai incluir um compromisso de financiamento
para além de 2020. A intenção é repartir o dinheiro entre adaptação com o
aquecimento e medidas de redução de emissões.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é o acadêmico do 5° semestre, Raylson Max.
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Globalizando: Aniversário de Belém
A cidade de Belém é
classificada como uma das capitais com melhor qualidade de vida do Norte do
Brasil, sendo a segunda mais populosa. Em seus quase 400 anos de história,
Belém vivenciou momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da
borracha, no início do século XX. Saiba
mais sobre a capital do Pará amanhã, na Rádio UNAMA FM 105.5 às 11h no Programa
Globalizando.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Globalizando: Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
A representação da
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência (UNESCO) em Moscou
suspenderá as suas operações em 2015. Motivada pela falta de recursos, decisão
deve dificultar levantamento de informações necessárias para a preservação do
patrimônio histórico na Rússia. A decisão de suspender o funcionamento do
escritório moscovita faz parte de uma série de medidas que visam a aumentar a
eficiência das representações estrangeiras da organização.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Programa Globalizando: Perspectivas 2015
O primeiro programa do ano foi sobre as perspectivas para 2015. E como entrevistado tivemos o professor e coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade da Amazônia (UNAMA), MSc. Mário Tito Almeida, que possui mestrado em Economia pela UNAMA, especialização lato sensu em Psicopedagogia, graduação em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília, graduação em Teologia pela Università Pontificia Salesiana - Roma (Itália) e graduação em Economia pela UNAMA.
Não deixe de conferir!
Globalizando: Organização Mundial da Saúde
O combate contra a
malária ganhará um capítulo inédito em 2015. A Organização Mundial da Saúde vai
analisar o uso da primeira vacina contra a doença, que promete mudar de forma
radical a estratégia internacional para lidar com a infecção parasitária, que, só
em 2013, matou quase 600 mil pessoas no mundo.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Globalizando: Organização Internacional do Trabalho
As taxas de
desemprego na América Latina e no Caribe devem subir no ano que vem de acordo
com o relatório Panorama Laboral, da Organização Internacional do Trabalho
(OIT). Um dos motivos é a desaceleração econômica. Segundo o estudo, a queda do
desemprego registrada este ano não deve ocorrer em 2015.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Globalizando: Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura
O número de pessoas
que sofrerão de fome pode ultrapassar um milhão até março de 2015, nos países
mais afetados pela epidemia de ebola, Guiné, Libéria e Serra Leoa, alertou a
Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com
sede em Roma, que acrescentou que as repercussões da doença podem ser
devastadoras nos três países, que já enfrentam uma situação de insegurança
alimentícia crônica.
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, A aluna fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. A entrevistada de hoje é a acadêmica do 3° semestre, Tássia melo.
Confira o que ela tem para falar sobre R.I!
Confira o que ela tem para falar sobre R.I!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é acadêmico do 3°semestre, Mateus Satiro.
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Programa Globalizando: Retrospectiva 2014
O programa da semana foi especial de final de ano com a retrospectiva dos fatos que marcaram o Sistema Internacional no ano de 2014 e contou com a participação dos produtores do programa.
Não deixe de conferir!
Globalizando: Perspectivas 2015
A Organização das
Nações Unidas aprovou que o ano de 2015 seja comemorado como o Ano
Internacional da Luz e Tecnologias Baseadas na Luz e como o Ano Internacional
dos Solos. Com isso, é reconhecida a importância de aumentar a conscientização
global sobre como as tecnologias à base de luz promoção do desenvolvimento
sustentável e fornecer soluções para os desafios globais em energia, educação,
agricultura e saúde. Assim como estudar o Solo para conservá-lo, permitindo a
sobrevivência do Homem no Planeta Terra.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Globalizando: Feliz Ano Novo
Em 2015 começa o
segundo mandato da presidenta do Brasil Dilma Rousseff, acontecem os Jogos
Pan-Americanos em Toronto, a Copa do Mundo de Rugby na Inglaterra, e muitos
outros eventos internacionais. Sintonize sempre na Rádio UNAMA e no Programa
Globalizando para ficar por dentro do que acontece no mundo. Aproveitamos para
desejar a todos um Feliz Ano Novo!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, o aluno fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. O entrevistado de hoje é o concluinte do curso, Moises Gadelha.
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
Confira o que ele tem para falar sobre R.I!
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Globalizando: Organização dos Estados Americanos
A Organização dos
Estados Americanos celebrou anúncio histórico dos presidentes dos Estados
Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, para iniciar um processo de
retomada das relações diplomáticas entre os dois países. A OEA também pediu ao
Congresso dos Estados Unidos que adote medidas legislativas necessárias para
suspender o embargo contra Cuba, que ainda está em vigor.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Globalizando: Organização das Nações Unidas
O secretário-geral
da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apresentou aos 193
Estados-membros da Assembleia Geral, uma síntese do relatório O caminho para a
dignidade até 2030: acabando com a pobreza, transformando todas as vidas e
protegendo o planeta, sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O
documento deve guiar as negociações dos países-membros para construção de uma
nova agenda global centrada nas pessoas e no planeta, baseada nos direitos
humanos.
Papo de Acadêmico
No “Papo de Acadêmico”, a aluna fala sobre qualquer assunto relacionado ao curso de Relações Internacionais. A entrevistada de hoje é a acadêmica, do 5º semestre, Manuela Ribeiro.
Assinar:
Postagens (Atom)













.jpg)
.jpg)